
Comissão de Trabalhadores do BPI - Evolução do rendimento dos bancários vs. custo de vida (1994–2025)
O SINTAF divulga estudo realizado pela Comissão de Trabalhadores do BPI.
Este estudo coloca na devida perspectiva a degradação dos salários dos trabalhadores na actividade financeira, situação denunciada diversas vezes pelo SINTAF.

A Comissão de Trabalhadores do Banco BPI vem, por este meio, partilhar convosco um trabalho de análise sobre a evolução, nas últimas três décadas (1994–2025), do rendimento dos trabalhadores bancários, em Portugal, em confronto com o impacto do custo de vida.
Este estudo, baseado em dados históricos de índices de preços e de contratação colectiva, evidencia uma degradação significativa do poder de compra dos profissionais do sector, com implicações relevantes para a condição laboral e social destes trabalhadores.
Entendemos que as conclusões agora apresentadas são de particular interesse para o acompanhamento da realidade socio-económica do país, bem como, para a reflexão e acção das entidades representativas dos trabalhadores e da sociedade em geral.
Note-se que, de acordo com as estatísticas (Pordata/INE), o sector das “Actividades financeiras e de seguros” tinha cerca de 98 mil pessoas ao serviço no final de 2024, em que de acordo com o Banco de Portugal, para o mesmo ano, cerca de 60 mil eram empregados bancários.
Colocamos à vossa disposição as constatações e conclusões que retirámos, as quais se encontram presentes em 2 Infografias e num Vídeo, material que disponibilizamos, nas ligações indicadas a seguir:
- Vídeo: https://youtu.be/zExUL0tcD84
- Infografia 1: https://ctbpi.pt/?api/destaque/94
- Infografia 2: https://ctbpi.pt/?api/destaque/99

Av. Praia da Vitória, 71, 2º - 1050-183 Lisboa
Rua D. João IV, 640 - 4000-299 Porto
Acção por um Acordo Empresa no BNP
Acção por um Acordo Empresa no BNP
O SINTAF realizou no passado dia 23 de junho uma acção junto ao campos EXEO do BNP em Lisboa, Junto à Gare de Oriente, na luta por um Acordo de Empresa digno para ambas as partes, aumentos salariais e melhores condições de trabalho.
Os Acordo de Empresa existentes (AE) que existem no BNP não são dignos para nenhuma das partes. Os trabalhadores são explorados e o patrão retrógrado agarrado às boas práticas do século XIX continua não querer negociar um Acordo Colectivo. Só com persistência e luta venceremos, como mostrou a luta dos trabalhadores que derrotou o Pacote Laboral. Temos de continuar a lutar para melhorar as nossas vidas.
O SINTAF aproveitando a visita da administração de França, por altura da inauguração do edifício EXEO do BNP em Lisboa, tentou entregar o AE com tradução em francês mas fomos impedidos. É assim que o BNP trata as representantes do trabalhadores em Portugal. Não há democracia no BNP.
Saudação do SINTAF

O Pacote Laboral caiu, foi ao chão. O SINTAF esteve presente nesta luta de todos os trabalhadores, foi difícil e longa, mas quem luta vence. Hoje os trabalhadores venceram, com a derrota do Pacote Laboral, foi esta luta que condicionou o voto político na Assembleia.
Agora temos de continuar por melhores salários, melhores condições de trabalho, menos assédio no local de trabalho.
Saudação de Tiago Oliveira, Coordenador da CGTP-In
Camaradas,
Hoje, mais uma vez, demonstramos a força e a determinação que nos caracteriza. Tal como temos afirmado estamos perante um processo urgente, exigente e prolongado. Nunca esqueçamos que nunca nada nos foi dado. Tudo foi conquistado. Sempre com a luta dos trabalhadores. E isso diz tudo camaradas.
Amanhã será votado no parlamento o pacote laboral. Responsabilizaremos todos aqueles que, com o seu voto, seja favorável ou de abstenção, permitam que este pacote laboral não seja já amanhã derrotado. Esses estarão a trair a vontade dos trabalhadores. Esses terão que responder perante os trabalhadores. Porque quer queiram quer não, nós não os largaremos, quer queiram quer não nós vamos dar luta.
Quer queiram quer não vamos derrotar este pacote laboral.
Somos um grande colectivo, somos trabalhadores. Tenhamos um grande orgulho nisso.
Viva a luta dos trabalhadores
Viva a CGTP-IN
Saudações Sindicais
Tiago Oliveira
(Imagens da Manifestação em Lisboa frente à Assembleia da República. Lisboa 18-06-2026)
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O DIREITO À GREVE – PERGUNTAS E RESPOSTAS

P – Quem tem direito a fazer greve?
R – O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de actividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.
P – Pode um trabalhador não sindicalizado ou um trabalhador filiado num sindicato aderir à greve declarada por um outro sindicato?
R – Pode, desde que a greve declarada abranja a empresa ou sector de actividade bem como o âmbito geográfico da empresa onde o trabalhador presta a sua actividade que, no caso do pré-aviso da CGTP-IN dá cobertura a todos.
P – Deve o trabalhador avisar antecipadamente a entidade empregadora da sua intenção de aderir a uma greve?
R – Não, o trabalhador, sindicalizado ou não, não tem qualquer obrigação de informar o empregador de que vai aderir a uma greve, mesmo no caso deste lho perguntar.
P – E depois de ter aderido à greve, tem que justificar a ausência?
R – Os trabalhadores não têm que proceder a qualquer justificação da ausência por motivo de greve.
P – O dia da greve é pago?
R – Não. A greve suspende, no que respeita aos trabalhadores que a ela aderirem, as relações emergentes do contrato de trabalho, nomeadamente o direito à retribuição e, consequentemente, o dever de assiduidade.
P – E perdem também direito ao subsídio de assiduidade?
R – Não. A ausência por motivo de greve não afecta a concessão de subsídio de assiduidade a que o trabalhador tenha direito.
Não prejudica também a antiguidade do trabalhador, designadamente no que respeita à contagem do tempo de serviço.
P – Quem pode constituir piquetes de greve?
R – Os piquetes de greve são organizados pelos sindicatos e são constituídos por um número de membros a determinar pelos respectivos sindicatos para cada empresa.
P – Quem pode integrar os piquetes de greve?
R – Podem ser integrados por trabalhadores da empresa e representantes das associações sindicais, mas sempre indicados pelos sindicatos respectivos.
P – Que competências têm os piquetes de greve?
R – Os piquetes de greve desenvolvem actividades tendentes a persuadir os trabalhadores a aderir à greve, por meios pacíficos e sem prejuízo do reconhecimento da liberdade de trabalho dos não aderentes à greve
P – Os piquetes de greve podem desenvolver a sua actividade no interior da empresa?
R – Sim. Desde que não ofendam ou entravem a liberdade de trabalho dos não aderentes.
P – O patrão pode por qualquer modo coagir o trabalhador a não aderir a uma greve ou prejudicá-lo ou discriminá-lo pelo facto de a ela ter aderido?
R – Não. É absolutamente proibido coagir, prejudicar e discriminar o trabalhador que tenha aderido a uma greve.
Os actos do empregador, que impliquem coacção do trabalhador no sentido de não aderir a uma greve e/ou prejuízo ou discriminação pelo facto de a ela ter aderido, constituem contra-ordenação muito grave e são ainda punidos com pena de multa até 120 dias (art.ºs 540.º e 543.º do CT, respectivamente).
DIA 3 DE JUNHO: OS TRABALHADORES BANCÁRIOS TÊM RAZÕES PARA PARAR
DIA 3 DE JUNHO: OS TRABALHADORES BANCÁRIOS TÊM RAZÕES PARA PARAR
Os trabalhadores bancários enfrentam um momento decisivo.
Sob o peso de decisões unilaterais, da perda contínua de poder de compra e do ataque aos direitos laborais, o silêncio já não pode ser opção.
Aumentos unilaterais de apenas 2%? Isto não é valorização do trabalho. É um desrespeito por quem todos os dias sustenta o sector financeiro com profissionalismo, responsabilidade e enorme exigência.
Enquanto os lucros do sector financeiro continuam elevados, os trabalhadores enfrentam outra realidade:
➡️ Salários corroídos pela inflação
➡️ Combustíveis cada vez mais caros
➡️ Habitação e alimentação mais pesadas no orçamento familiar
➡️ Mais pressão, mais metas, menos reconhecimento
Não aceitamos que se exija mais produtividade, mais disponibilidade e mais sacrifícios, enquanto se fragilizam direitos conquistados com décadas de luta sindical.
O que está em causa não é apenas o salário. Está em causa a dignidade do trabalho bancário.
Está em causa o respeito pelos trabalhadores.
Está em causa o futuro das relações laborais no sector.
Por isso, no próximo dia 3 de Junho, há razões para aderir à greve convocada pela CGTP-IN.
A greve é uma resposta legítima contra políticas que empobrecem quem trabalha e desvalorizam quem produz riqueza.
Mas há outra força essencial: a organização dos trabalhadores.
Nenhum trabalhador está protegido sozinho.
Por isso, este é também um momento para reforçar a sindicalização no SinTAF. Um sindicato forte depende de trabalhadores unidos, participativos e conscientes dos seus direitos.
Dia 3 de Junho, faz ouvir a tua voz.
✊ Pelos direitos
✊ Pelo respeito
✊ Pela valorização do trabalho bancário
ADERE À GREVE. ORGANIZA-TE. SINDICALIZA-TE.
Plenário dos SINTAF no BNP Paribas
Cerca de 250 trabalhadores (cerca de 240 online) do BNP Paribas estiveram reunidos em plenário convocado pelo SINTAF.
Estes trabalhadores mantêm o seu compromisso com a luta em torno de um Acordo de Empresa justo, que reflita as suas reivindicações por aumentos salariais de 15%, as 35h de trabalho semanais, um seguro de saúde com grande abrangência e 100% financiado pelo patrão.
Neste plenário aprovaram também uma moção, com apenas duas abstenções, contra o Pacote Laboral, comprometendo-se com a Greve Geral de 3 de Junho!
Rejeitaram o Pacote Laboral pois este viria normalizar os baixos salários, a precariedade e os horários desregulados que já afetam uma grande parte dos trabalhadores do BNP.
A LUTA CONTINUA, TODOS À GREVE GERAL!
Encontro sobre os 50 anos da Constituição Republica Portuguesa
Encontro sobre os 50 anos da Constituição Republica Portuguesa
Bom dia a todos os presentes e uma saudação a este encontro sobre os 50 anos da nossa constituição que está sob ataque.
No artigo 80 da constituição logo na alínea a) diz que o poder económico se deve subordinar ao poder político democrático, o que não acontece nos dias que vivemos. Na alínea b) fala na coexistência do setor publico e privado e do setor cooperativo e social, o setor cooperativo quase que não existe e o setor social querem acabar com ele, para depois as Sras. poderem fazer caridade, quanto ao setor publico pretende o actual governo acabar com ele para dar o dinheiro do orçamento de estado aos privados, mas penso que assim não é uma verdadeira iniciativa privada porque se vivem debaixo do chapéu do estado então serão do setor publico? Como disse Avelãs Nunes o capitalismo sem risco, ou já dizia o meu avô que com as calças do pai dele ele era um grande homem. Hoje temos as grandes empresas dependentes do orçamento do estado e da fatia que conseguem ir lá buscar, será isto verdadeiramente uma iniciativa privada, ou uma iniciativa que depende de quem conheces e com quem te dás, isto apesar da tão falada meritocracia.
No artigo 81 alínea a) diz que cabe ao estado promover o aumento do bem estar social e económico e da qualidade de vida das pessoas, em especial dos mais desfavorecidos, mas o que vemos é que o estado Português faz isto mas em especial para os mais favorecidos. A alínea b) do mesmo artigo fala em promover a justiça social e igualdade de oportunidades, mais uma vez temos de nos lembrar do famoso fator C da cunha, tens de conhecer alguém, se não...
Chegamos ao artigo 101 sistema financeiro, diz que deve ser estruturado por lei de modo a garantir a formação, a captação e segurança das poupanças, bem como a aplicação dos meios financeiros necessários ao desenvolvimento económico e social. Já vimos muito recentemente que nada disto acontece, o povo Português foi chamado para salvar a banca, com um custo muito elevado em desemprego e dificuldades económicas, para o povo não para quem encheu os bolsos e os manteve cheios, disseram que a banca é um setor essencial para o desenvolvimento do País, mas o que vemos é que a banca vive à custa do país não ajuda em nada, temos um único banco do estado a CGD mas que tem as mesmas politicas predatórias da banca comercial, em vez de servir de regulador do setor indica o caminho da destruição. As pequenas e médias empresas, bem como o publico em geral são sugados em taxas e comissões e juros especulativos.
Esta banca enquanto foi nacionalizada, dava lucro e contribuía todos os anos para o orçamento do estado, assim o povo não precisava de pagar tantos impostos, depois vieram as maravilhas da privatização, o orçamento deixou de receber as contribuições dos lucros, subida de impostos, que passaram a ser o problema de tantos e tão altos impostos. Mesmo assim a ganância era tanta que rapidamente rebentaram com os bancos e lá tiveram os nossos impostos,
os que são muito altos, de salvar os bancos. Agora que dão lucros fabulosos, e com uma rentabilidade superior à União Europeia, esses lucros vão sei lá para onde, mas não são para devolver ao povo o que se perdeu com a salvação da banca, também não são para dinamizar a economia Portuguesa, vão dinamizar os bolsos de alguns lá fora não sei onde.
Hoje a banca em Portugal, já não existe banca Portuguesa, vive as nossas custas, com salários baixos, quase miseráveis, para se entrar no setor são pedidos cursos superiores, com exigências de conhecimento e constante atualização desse conhecimento, com exigências de produção e rentabilidades muito altas, mas salários baixos e más condições de trabalho, para o trabalhador médio ou mesmo em cargos de direcção.
Já as administrações da banca são pagas principescamente a níveis mundiais. Os acionistas, que não sabemos quem são, não se importam porque esses administradores dão-lhes a ganhar muito dinheiro e a economia do País que se F……
São estes chamados empresários e este modelo que os governos deste País têm andado a importar e a vender lá fora, trabalhadores qualificados com grandes capacidades, mas baixos salários, igual boa rentabilidade para o patrão. A Subserviência do poder político ao poder económico, tenho de voltar ao início desta intervenção e lembrar o artigo 80 da Constituição.
Muito Obrigado
Nuno Matos
(Coordenador do SINTAF)
A propósito das sucessivas ações repressivas adoptadas pela administração do BNP Paribas contra os seus trabalhadores

Comunicado
A propósito das sucessivas ações repressivas adoptadas pela administração do BNP Paribas contra os seus trabalhadores
O SINTAF vem, com este comunicado, lamentar e denunciar, as faltas de respeito da administração do BNP Paribas, perante a lei que vigora no nosso país e que regula as relações laborais.
É avassalador que, num quadro onde esta mesma lei já favorece, essencialmente, a parte forte (o patrão), ainda assistamos a práticas que visem limitar os poucos meios que os trabalhadores têm para fazer valer os seus justos interesses. Entre bloqueios, sem qualquer sustento na lei, ao direito de reunião dos seus trabalhadores com o sindicato, adiamentos arbitrários do processo de negociação de uma proposta de Acordo Empresa, em que os trabalhadores se reveem - ao contrário dos que vigoram na empresa - bloqueios sucessivos à atividade sindical e ao direito dos trabalhadores do BNP Paribas receberem informação sindical, a administração do BNP Paribas fez ameaças, verbais aos trabalhadores que aderissem à greve decretada pelo SINTAF para dia 17 de Abril, dizendo que era ilegal e que ia marcar faltas injustificadas.
Como essa estratégia não resultou, vem agora recusar-se a reconhecer o motivo que centenas dos seus trabalhadores usaram para justificar a sua não comparência, no local de trabalho, no dia 17 de abril de 2026: o exercício do seu direito a fazer greve. Alegam, em e-mails dirigidos aos trabalhadores e ao SINTAF, que o Sindicato não teria cumprido com os pressupostos legais para convocar esta greve - o que não tem qualquer respaldo na realidade. Mas não se atreveram a marcar faltas injustificadas – deverão ter ido ler a lei. Dizem agora, tão bem-intencionados que são, que vão justificar as faltas, não pelo motivo de greve, mas porque ‘autorizaram os trabalhadores a gozar de uma falta justificada’.
À administração dizemos que a lei não fica à porta do local de trabalho e, aos trabalhadores lançamos um apelo: é lutando, em unidade, que estamos todos menos vulneráveis perante a repressão e, sobretudo, é com a luta que transformamos as nossas condições de trabalho e avançamos nas nossas vidas.
A Greve Geral convocada para 3 de junho é o próximo passo nesta luta pelo Acordo Empresa justo que os trabalhadores do BNP Paribas construíram com o SINTAF e vamos derrotar o Pacote Laboral porque recusamos quaisquer recuos!
Recusamos os bancos de horas que o BNP e o Governo nos querem impor, recusamos normalizar o outsourcing que nos impõe salários mais baixos e menos direitos que os restantes trabalhadores do BNP, recusamos a legalização dos despedimentos sem justa causa e as limitações ao direito a fazer greve.
Queremos ser livres no exercício das nossas liberdades sindicais, queremos mais salário, melhorar as nossas condições de vida e de trabalho!
Junta-te ao SINTAF – sindicaliza-te
Comunicado - Lucros record, salários de miséria.

Comunicado de Imprensa
Estamos a assistir à apresentação, por parte da banca em Portugal, de lucros record, mais uma vez, mas já ninguém dá atenção nem se indigna com estas notícias, infelizmente passou a ser normal que o povo passe fome e os grandes grupos económicos lucrem com a miséria, de quem empobrece a trabalhar.
Mas o escândalo é muito maior, ficamos a saber por o eco.sapo que o CEO do Novo banco teve um prémio de 1,13 Milhões de euros, que em 2025 teve uma remuneração fixa de 830 mil euros, mais diversos subsídios que totalizaram 300 mil euros, perfazendo um total de 2,26 Milhões de Euros. Todo o Conselho de Administração recebeu mais 42% em 2025 comparando com 2024.
Ver: (https://eco.sapo.pt/2026/03/10/novobanco-duplica-premios-aos-administradores-em-ano-de-venda/)
Esta notícia compara com outra de 2024 do mesmo site noticioso onde o mesmo CEO em 2023 teve uma remuneração fixa de 600 mil euros com 565 mil euros de bónus.
Em 2 anos duplicou o bónus, passou a ter diversos subsídios (300 mil euros) e a remuneração fixa subiu em 38%.
Isto é vergonhoso, obsceno e escandaloso, para os trabalhadores da instituição que este Sr. gere, dizem que existe um Comité de Remunerações, para avaliar estas situações, mas esse Comité é constituído por um dos Administradores e nomeado por a Administração do Banco, assim qual a independência?
Em 2024 os trabalhadores do Novobanco tiveram um aumento de 3%, em 2025 2,5%. Muito mesmos que o CEO e a Administração da Instituição. O SINTAF propôs aumento de 15% com um mínimo de 150€, obtivemos como resposta que é impossível acomodar tais aumentos, que iam desequilibrar a contas do banco, ficamos agora a saber que afinal pedimos muito pouco, que a Administração do Novobanco trabalha com números maiores.
Mas este escândalo é transversal a toda a banca, as administrações ganham milhões e os trabalhadores que produzem os lucros, recebem tostões.
Sindicaliza-te no Sindicato de classe, que luta por toda a classe bancária.
Junta-te ao SINTAF
A luta unida tem mais força, pela dignificação das nossas vidas.
A Direcção







