Faixa publicitária

Todos os Trabalhador do Sector Financeiro a integrarem os

DESFILES DA LIBERDADE

Em Lisboa

15h - Rua Braamcamp (Esquina Marques de Pombal)

No Porto

14h - Largo Soares dos Reis (Em frente ao Museu Militar - Ex-PIDE)

 

E em todos os locais onde se comemore o Dia da Liberdade

Viva a Liberdade!

Actualizado em (Segunda, 30 Abril 2012 14:16)

 

Aos Trabalhadores, Reformados e Pensionistas do

BANCO de PORTUGAL

O SINTAF – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira exige o pagamento do 13º mês conjuntamente com a reforma do mês de Abril e do 14º mês com a reforma do mês de Novembro.

O pagamento das reformas e pensões aos Reformados e Pensionistas são da responsabilidade do Fundo de Pensões, que está devidamente provisionado, não resulta em qualquer encargo para o Estado ou para as contas da Segurança Social, como tal, não tem qualquer ligação directa ou indirecta ao Orçamento do Estado.

O SINTAF reafirma a necessidade de o Banco de Portugal manter o seu estatuto de independência, perante o poder politico e apela aos reformados, aos pensionistas e aos trabalhadores no activo que se juntem à porta do Banco na próxima 5ª feira dia 19 de Abril, para exigir do Governador do Banco que assegure a todos o cumprimento dos acordos, nomeadamente o Acordo de Empresa que o Banco assinou.

Exigir ainda que o Banco de Portugal cumpra:

-Pagamento do 13º e 14º mês aos Reformados e Pensionistas;

-Reposição do Poder de Compra, através do aumento salarial de 4% conforme proposta do SINTAF oportunamente entregue;

-Cumprimento das promoções por antiguidade previstas no Acordo de Empresa.

-Não basta que o Banco de Portugal pareça uma entidade independente é preciso que o seja efectivamente!


Chega de sacrifícios, sempre aos mesmos.

Concentração de Protesto entre as 12,30h e as 13,30h

Junto à porta principal do Banco de Portugal (Av. Alm. Reis) dia 19 de Abril

Não ao roubo do Fundo de Pensões!

Actualizado em (Terça, 17 Abril 2012 19:29)

 

Aos Trabalhadores do BANCO de PORTUGAL

O Sintaf – Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira exige o pagamento dos 13.º e 14.º mês aos Reformados e Pensionistas do Banco de Portugal.

O pagamento das reformas e pensões aos Reformados e Pensionistas são da responsabilidade do Fundo de Pensões e não resultam em qualquer encargo para o Estado ou para as contas da Segurança Social, como tal, não tem qualquer ligação directa ou indirecta ao Orçamento do Estado.

O Sintaf exige ainda a tolerância de Ponto (referente à tarde de 5.ª feira Santa), de acordo com as práticas seguidas no sector bancário há várias décadas. Esta prática foi, mais uma vez, recomendada pela Associação Portuguesa de Bancos e aceite pela generalidade dos bancos, com a excepção conhecida do Banco de Portugal.

A não dispensa na tarde de 5.ª feira Santa e as hesitações da Administração do Banco de Portugal acerca do pagamento do contratado aos reformados e pensionistas, revelam uma grande insegurança e medo dos poderosos que não saciam a sua sede de exigir sacrifícios aos outros.

O Sintaf denuncia esta colagem ao poder político (governo) e reafirma que o Banco de Portugal deve reassumir o seu estatuto de independência.

Pela Tolerância de Ponto na tarde de 5.ª feira Santa.

Pelo Pagamento do 13.º e 14.º mês aos Reformados e Pensionistas.

Não ao roubo do Fundo de Pensões.

Nota – Aproveitamos para informar que o Sintaf aceitou participar na Comissão de Acompanhamento do Fundo de Pensões e para o efeito indicou um dos seus dirigentes, neste caso, trabalhador do Banco de Portugal.

 

 

Actualizado em (Segunda, 09 Abril 2012 20:35)

 

Actualizado em (Sábado, 17 Março 2012 15:27)

 

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Actualizado em (Quinta, 15 Março 2012 18:54)

 

Actualizado em (Sábado, 17 Março 2012 15:27)

 

Actualizado em (Sábado, 17 Março 2012 15:27)

 

Perguntas e respostas - DIREITO À GREVE

P – Quem tem direito a fazer greve?

R – O direito à greve, consagrado na Constituição da República Portuguesa, é um direito de todos os trabalhadores, independentemente da natureza do vínculo laboral que detenham, do sector de actividade a que pertençam e do facto de serem ou não sindicalizados.

 

P – Pode um trabalhador não sindicalizado ou um trabalhador filiado num sindicato aderir à greve declarada por um outro sindicato?

R – Pode, desde que a greve declarada abranja a empresa ou sector de actividade bem como âmbito geográfico da empresa onde o trabalhador presta a sua actividade.

Actualizado em (Quinta, 15 Março 2012 19:35)

Continuar...

 

Para:

- Associação Portuguesa de Bancos

- Instituto de Seguros de Portugal

- Instituições Financeiras – Bancos, Parabancárias e Companhias de Seguros

- Ministério da Economia e Emprego

- Associação Portuguesa de Seguradores

 

AVISO PRÉVIO DE GREVE

O Sindicato dos Trabalhadores da Actividade Financeira (SINTAF) vem por este meio comunicar à Associação Portuguesa de Bancos, ao Instituto de Seguros de Portugal, às Instituições Financeiras – Bancos, Parabancárias, Companhias de Seguros e a todas as entidades empregadoras do Sector –, bem como ao Ministério da Economia e Emprego, nos termos e para os efeitos previstos nos art.ºs 530.º e seguintes do Código do Trabalho, aprovado pela Lei n.º 7/2009, de 12 de Fevereiro, que decidiu o recurso à greve, entre as 0H00 e as 24H00 do dia 22 de Março de 2012 e, assim, os trabalhadores abrangidos pelo âmbito deste Sindicato, independentemente da natureza do vínculo e da carreira e categoria profissionais, poderão exercer esse direito e participar na Greve Geral definida pela Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses – CGTP-IN, contra a proposta 46/XII (1ª), cujo objectivo é da retirada de direitos, facilitação dos despedimentos, tornando-os mais baratos e o empobrecimento dos trabalhadores e do país:

  • Por aumentos salariais conforme as nossas propostas;
  • Pelo respeito das Convenções Colectivas de trabalho;
  • Pelo pagamento dos 13º e 14º mês a todos os bancários do Activo e Reformados;
  • Pelo investimento e dinamização do Sector Produtivo;
  • Contra as Privatizações, pelo reforço da intervenção do estado nos sectores estratégicos da economia;
  • Por uma nova Politica que respeite a dignidade dos trabalhadores e potencie o desenvolvimento económico e sustentável do país;
  • Pela defesa e melhoria dos serviços públicos e funções sociais do estado.

As instituições financeiras e restantes empresas e estabelecimentos do sector não se destinam à satisfação de necessidades sociais impreteríveis, pelo que não há que proceder à definição de serviços mínimos.

Lisboa, 12 de Março de 2012

A Direcção Central

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Actualizado em (Terça, 13 Março 2012 23:04)

 

PostHeaderIcon Marcha Pela Igualdade Contra a Exploração

Lisboa – 8 Março – 14.30 horas

▪ “Marcha Pela Igualdade Contra a Exploração" - Terá inicio no Chiado (Rua do Carmo) e terminará no jardim da Assembleia da República.

Actualizado em (Terça, 06 Março 2012 20:39)

 

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Actualizado em (Terça, 06 Março 2012 20:24)